Douro – 13% – PVP: 70 Euros – Nota: 93/18,5
Vinhas velhas do Cima Corgo. Aromas bem definidos a fruta preta, baunilha, fruta vermelha e tabaco. No palato mostra-se a fruta preta e vermelha levemente texturada com leves apontamentos de chocolate e baunilha. Para a mesa ou para guardar.
Um grande vinho de perfil fresco e intenso. Um projeto para acompanhar mais de perto.
Vinificação: As uvas foram desengaçadas e fermentaram em cubas de inox com temperatura controlada. O vinho estagiou em barricas de carvalho francês, durante 23 meses. Antes de ser lançado no mercado, o vinho estagiou durante 12 meses.
Castas: Não discriminadas provenientes de vinhas antigas.
Aspeto: Intensidade média e rubi.
Nariz: Intensidade média, cereja, ameixa, mirtilo, baunilha, leve pedra molhada e tabaco.
Boca: Seco, acidez média, álcool médio(+), tanino polido, corpo médio, intensidade média(+), ameixa, cereja, mirtilo, leve baunilha, leve chocolate e final longo.
Produtor: Horta Ozório.
Projeto: O projeto está intimamente ligado à família Horta Osório que cultiva a vinha e produz vinho no Douro desde o século XVIII. Em 1942, José António Horta Osório saibrou e plantou a principal quinta da Casa Agrícola Horta Osório, reforçando o compromisso da família com a viticultura, nos anos seguintes a família desenvolveu o projeto com a plantação de novas vinhas e recuperação de outras com maior idade. Em 2021, A Menin Company adquire a Horta Osório Wines, dando continuidade ao investimento no Douro e reforçando o compromisso com a produção de vinhos de excelência.
Enologia: Tiago Alves de Sousa.
Condição de Prova: Sem acompanhamento de comida.
Capacidade: 0,75 L
Temperatura de Serviço: 17º
Data de prova: 2026/5/2
Observações: Amostra gentilmente cedida pelo produtor.
