Douro – 14,5% – PVP: 70 Euros – Nota: 94/18,5
100% Tinta Roriz. Boa expressão aromática com destaque para a fruta vermelha, leves notas de cacau, baunilha e alguma evolução. No palato revela fruta vermelha finamente texturada, especiarias e leve cogumelo. Para a mesa ou para guardar.
Excelente exemplar da casta. Destaque para a ligação entre elegância e intensidade.
Vinificação: As uvas foram desengaçadas e fermentaram em cubas de inox com temperatura controlada. O vinho estagiou em barricas de carvalho francês novas (90%) e de 2º ano (10%), durante 18 meses.
Casta: Tinta Roriz
Aspeto: Intensidade média e rubi.
Nariz: Intensidade média, leve mato, cereja, ameixa, leve cacau, leve baunilha e leve caruma.
Boca: Seco, acidez média, álcool médio(+), tanino polido, corpo médio, intensidade média(+), ameixa, cereja, pimenta preta, leve cogumelo e final longo.
Produtor: Quinta do Crasto
Projeto: As origens da Quinta do Crasto remontam ao século XVII. Em Novembro de 1918 foi adquirida por Constantino de Almeida, negociante de vinhos do Porto, e sua mulher, D. Laura Moreira de Almeida. Entre os anos de 1919 e 1922, Constantino de Almeida fez grandes investimentos na replantação de vinhas e procedeu a obras de reconstrução e construção. Desde 2012, em complementaridade com a atividade vitivinícola, a Quinta do Crasto tem investido no enoturismo.
Enólogo: Manuel Lobo
Condição de Prova: Sem acompanhamento de comida.
Capacidade: 0,75 L
Temperatura de Serviço: 17º
Data de prova: 2026/5/2
Observações: Amostra gentilmente cedida pelo produtor.
