Champagne – 12,5% – PVP: 160 Euros – Nota: 97/19,5
100% Pinot Noir da colheita de 2013. Proveniente de vinhas instaladas em 5 Crus, dos quais 92% são Grand Crus e 8% Premiers Crus. Aromas a geleia de frutos vermelhos, mineralidade, frutos secos e leve salinidade. No palato revela uma elegante profusão de frutos vermelhos e secos envolta numa bolha finíssima. Para a mesa.
Este champanhe reflete uma colheita única e de qualidade excecional. A não perder.
Vinificação: As uvas foram prensadas diretamente e fermentaram em cubas de inox com temperatura controlada. O vinho estagiou em cubas de aço inox. A fermentação em garrafa ocorreu com leveduras soltas e “remoage” manual. O vinho estagiou durante 7 anos.
Casta: Pinot Noir.
Aspeto: Pálido, efervescência e dourado.
Nariz: Intensidade média, geleia de frutos vermelhos, amêndoa, biscoito, leve sal e pedra molhada.
Boca: Seco, acidez alta, álcool médio, corpo médio, muita intensidade, bolha muito fina, morango, framboesa, amêndoa, pinhão e final longo.
Produtor: Bollinger.
Projeto: A Bollinger teve início em 1829 com Athanase de Villermont, Joseph Bollinger e Paul Renaudin. Em 1837, Joseph Bollinger casou-se com Louise-Charlotte, filha de Athanase. Com o tempo, seus filhos, Joseph e Georges, assumiram o negócio e sob a orientação dos dois irmãos, a Bollinger ganhou grande fama e ampliou consideravelmente suas vinhas. Em 2017, Charles-Armand de Belenet tornou-se gerente geral da Champagne Bollinger. A Bollinger controla 178 hectares plantados com 85% das videiras em terrenos denominados “Grand Cru” e “Premier Cru”, espalhadas por sete vinhedos principais com Pinot Noir: “Aÿ”, “Avenay”, “Tauxières”, “Louvois” e “Verzenay”. “Cuis” com Chardonnay e “Champvoisy” com Pinot Meunier.
Enologia: Gérard Liot e Mathieu Kauffman.
Condição de Prova: Ao jantar.
Capacidade: Standard (0,75 L)
Temperatura de Serviço: 10º
Data de prova: 2026/1/31
