Tejo – 12% – PVP: 16 Euros – Nota: 92/18
Arinto em solos arenosos. Aromas a frutos secos, biscoito e mineralidade, em segundo plano revela-se a padaria e algumas especiarias. No palato apresenta fruta cítrica envolvida numa delicada mousse e bolha fina. Para a mesa.
Um espumante elegante e com um toque austero. Excelente qualidade-preço.
Casta: Arinto.
Aspeto: Pálido, amarelo e efervescência.
Nariz: Intensidade média, biscoito, leve pimenta branca, leve fermento de padeiro, amêndoa e pedra molhada.
Boca: Seco, acidez alta, álcool médio, corpo médio, intensidade média(+), bolha fina, mousse envolvente, lima, leve pimenta preta e final longo.
Projeto: A história da Companhia das Lezírias começou em junho de 1836 então como “Companhia das Lezírias do Tejo e Sado”. Desde aí, a Companhia das Lezírias passou por várias transformações ao longo da sua existência, sendo nacionalizada a 13 de novembro de 1975 e tendo passado, em 1989, a Sociedade Anónima de capitais exclusivamente públicos. A Lezíria está compreendida entre os rios Tejo e Sorraia e é dividida pela Reta do Cabo (E.N. 10 entre Vila Franca de Xira e Porto Alto) em Lezíria Norte e Lezíria Sul.
A Lezíria Norte é constituída por cerca de 1.300 hectares explorados indiretamente. Quanto à Lezíria Sul, ocupa perto de 5.000 hectares, dos quais cerca de 2600 ha estão arrendados e 2.200 ha são explorados diretamente, sendo quase 1900 ha para pastagens e cerca de 320 ha de arroz.
Produtor: Companhia das Lezírias.
Enologia: David Ferreira e Catarina Rodrigues.
Viticultores: David Ferreira e Nélio Ferreira.
Condição de Prova: Sem acompanhamento de comida.
Capacidade: Standard (0,75 L)
Temperatura de Serviço: 11º
Data de prova: 2025/12/6
