Dão – 14% – PVP: 140 Euros – Nota: 98+/19,5
Proveniente de uma vinha instalada em solos graníticos e arenosos. No nariz revela fruta vermelha, mato, fruta preta, em segundo plano mostra-se a esteva, alguma baunilha e evolução. No palato confirma-se a fruta vermelha levemente texturada e alguma baunilha. Final longo. Para a mesa ou para a cave.
Um vinho absolutamente monumental, extremamente elegante e persistente. Este vinho transporta-nos para o verdadeiro classicismo da região. Uma referência de classe mundial absolutamente imperdível.
Vinificação: As uvas foram completamente desengaçadas e fermentaram com temperatura controlada. 50% do vinho estagiou em barricas novas de Carvalho Francês e 50% em barricas de segundo uso, durante 24 meses.
Castas: Touriga Nacional, Aragonez e Alfrocheiro.
Aspeto: Intensidade média e rubi.
Nariz: Intensidade média, leve esteva, mato, amora, cereja, mirtilo, leve baunilha, leve folhas secas e leve folha de tabaco.
Boca: Seco, acidez média(+), tanino redondo, álcool médio(+), corpo médio, intensidade média(+), cereja, amora, leve baunilha e final longo.
Enologia: Paulo Prior.
Viticultura: Aurélio Claro.
Produtor: Paço dos Cunhas.
Projeto: O Paço dos Cunhas, uma propriedade do século XVII, está sediado na vila de Santar. O Paço dos Cunhas esteve, em toda a sua história, sempre ligado à produção de vinho: o vinho sempre foi produzido nesta casa, o que a torna a antecessora das propriedades vinícolas da região do Dão.
Em 2002, a Global Wines adquiriu o Paço dos Cunhas, iniciando a revitalização e restauração das vinhas velhas e replantação de novas. Hoje, o Paço dos Cunhas possui cerca de 27 hectares de videiras produzidas organicamente desde 2007. A Vinha do Contador, que inclui 7 dos 27 hectares mencionados, é conhecida como uma das vinhas mais carismáticas do Dão.
Condição de Prova: Sem acompanhamento de comida.
Capacidade: Standard (0,75 L)
Temperatura de Serviço: 17º
Data de prova: 2026/3/17
Observações: Amostra gentilmente oferecida pelo produtor.
