Douro – 14,5% – PVP: 1000 Euros – Nota: 97/19,5
Proveniente das icónicas vinhas Maria Teresa e da Ponte. Em primeiro plano mostra-se a fruta vermelha, logo depois mostra-se a fruta preta, algum chocolate e leve tabaco. No palato revela fruta vermelha levemente texturada e alguma evolução. Para a mesa ou para guardar.
Um grande vinho cheio de classe e elegância que está para durar. De classe mundial.
É um vinho histórico porque pela primeira vez e para celebrar o centenário de aquisição da Quinta do Crasto por Constantino de Almeida. Esta referência foi lançada apenas uma vez em toda a história do projeto.
Castas: Provenientes de vinhas muito velhas nas quais as castas não foram comunicadas.
Vinificação: As uvas desengaçadas e foram pisadas em lagar tradicional, o mosto foi transferido para cubas de fermentação em aço inox com temperatura controlada. O vinho estagiou durante 20 meses em barricas novas de carvalho. O lote final é composto por 71,2% de vinho proveniente da Vinha Maria Teresa 2015 e 28,8% da Vinha da Ponte.
Aspeto: Intensidade média e rubi claro.
Nariz: Intensidade média, amora, cereja, groselha, leve mirtilo, leve chocolate e tabaco.
Boca: Seco, acidez média, álcool médio(+), corpo médio, tanino sedoso, intensidade média(+), amora, cereja, leve baunilha, leve cogumelo e final longo.
Vinhas: Uvas proveniente da Vinha Maria Teresa, cujo nome é uma homenagem à primeira neta de Constantino de Almeida (fundador da Quinta do Crasto), é uma vinha centenária e uma das mais antigas da quinta. Situada na encosta nascente da Quinta do Crasto, com excelente exposição solar e plantada em socalcos junto ao rio Douro, em cotas extremamente baixas, a Vinha Maria Teresa ocupa uma área de 4,7 hectares. Este vinho também é composto por uvas da Vinha da Ponte, onde a diversidade de castas centenárias plantadas, a exposição solar privilegiada com orientação sudeste, o solo de xisto de elevada “pedregosidade”, e as baixíssimas produções por planta, próprias de uma vinha velha, conferem-lhe todas as propriedades que se traduzem na produção de um vinho icónico na região do Douro.
A Colheita: O ano 2015 ficou marcado por ser seco mas extremamente equilibrado, uma vez que choveu na quantidade certa e na data mais adequada. Os meses de Julho e Agosto tiveram temperaturas amenas com dias quentes e noites frias, o que favoreceu muito positivamente a uma correta maturação. As excelentes condições climatéricas para o amadurecimento das uvas permitiram que tanto a Vinha da Ponte como a Vinha Maria Teresa atingissem um nível de qualidade excecional, tendo sido possível engarrafar ambos os vinhos neste ano.
Projeto: As origens da Quinta do Crasto remontam ao século XVII. Em Novembro de 1918 foi adquirida por Constantino de Almeida, negociante de vinhos do Porto, e sua mulher, D. Laura Moreira de Almeida. Entre os anos de 1919 e 1922, Constantino de Almeida fez grandes investimentos na replantação de vinhas e procedeu a obras de reconstrução e construção. Desde 2012, em complementaridade com a atividade vitivinícola, a Quinta do Crasto tem investido no enoturismo.
Condição de Prova: Sem acompanhamento de comida.
Produtor: Quinta do Crasto.
Enologia: Manuel Lobo.
Capacidade: Magnum (1,5 L)
Temperatura de Serviço: 17º
Data de prova: 2026/4/2
