Dão – 14% – PVP: 45 Euros – Nota: 92+/18
Nascido no reduto histórico dos intramuros do Paço dos Cunhas. Aromaticamente apresenta bagas vermelhas e negras com um toque silvestre da esteva entrelaçada com a elegância da baunilha. Na boca a fruta vermelha regressa de forma expressiva, agora amparada por uma textura fina e sedutora, embora levemente amarga sempre ladeada pela subtileza da baunilha da barrica. Despede-se com uma persistência.
Um vinho ainda jovem a necessitar de tempo em cave.
Vinificação: As uvas foram completamente desengaçadas e fermentaram com temperatura controlada. 50% do vinho estagiou em barricas novas de Carvalho Francês e 50% em barricas de segundo uso, durante 24 meses.
Castas: Touriga Nacional, Aragonez e Alfrocheiro.
Aspeto: Intensidade média e rubi.
Nariz: Intensidade média, leve esteva, framboesa, cereja, mirtilo, leve baunilha e leve folha de tabaco.
Boca: Seco, acidez média(+), tanino médio, álcool médio(+), corpo médio, intensidade média(+), cereja, amora, leve baunilha, leve amargo e final longo.
Enologia: Paulo Prior.
Viticultura: Aurélio Claro.
Produtor: Paço dos Cunhas.
Projeto: O Paço dos Cunhas, uma propriedade do século XVII, está sediado na vila de Santar. O Paço dos Cunhas esteve, em toda a sua história, sempre ligado à produção de vinho: o vinho sempre foi produzido nesta casa, o que a torna a antecessora das propriedades vinícolas da região do Dão.
Em 2002, a Global Wines adquiriu o Paço dos Cunhas, iniciando a revitalização e restauração das vinhas velhas e replantação de novas. Hoje, o Paço dos Cunhas possui cerca de 27 hectares de videiras produzidas organicamente desde 2007. A Vinha do Contador, que inclui 7 dos 27 hectares mencionados, é conhecida como uma das vinhas mais carismáticas do Dão.
Condição de Prova: Sem acompanhamento de comida.
Capacidade: Standard (0,75 L)
Temperatura de Serviço: 17º
Data de prova: 2026/3/17
Observações: Amostra gentilmente oferecida pelo produtor.
